
O secretário também enfatizou que, em nenhum momento, desconsiderou os alertas emitidos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO)
O secretário de Estado de Finanças de Rondônia, Luís Fernando Pereira da Silva, esclareceu nesta quarta-feira (8) que sua manifestação pública recente sobre a situação fiscal do Estado não foi concedida ao site Rondoniagora, mas ao jornalista Robson Oliveira, colunista de vários sites.
Segundo ele, a coluna publicada na semana passada refletiu as informações prestadas, “com poucas imprecisões”.
Essa foi minha única manifestação pública a respeito desse tema, na qual afirmei que, apesar de algum descompasso entre o crescimento das despesas e das receitas, o Estado de Rondônia continua em situação de equilíbrio fiscal, mantendo a condição de honrar seus compromissos no curto, médio e longo prazos”, afirmou Luís Fernando.
O secretário também enfatizou que, em nenhum momento, desconsiderou os alertas emitidos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO).
Pelo contrário, pontuou que as recomendações demandam providências e que o governo já colocou em prática ações para manter a solidez fiscal.
Indicadores fiscais de Rondônia
Segundo Luís Fernando, embora haja “alguma piora” em indicadores fiscais por aumento de despesas — especialmente na área da saúde —, Rondônia “segue em situação melhor que a maioria dos Estados brasileiros”, o que, reforça, não invalida as preocupações do TCE-RO para preservação da robustez fiscal.
Destaque: “Rondônia continua tendo alta capacidade de pagamento e um dos menores índices de endividamento do país. Os resultados alcançados nos últimos sete anos atestam a capacidade da gestão fiscal do Estado em superar desafios e atuar com excelência, apesar da minoria que torce contra”, concluiu.


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O secretário de Estado de Finanças de Rondônia, Luís Fernando Pereira da Silva, esclareceu nesta quarta-feira (8) que sua manifestação pública recente sobre a situação fiscal do Estado não foi concedida ao site Rondoniagora, mas ao jornalista Robson Oliveira, colunista de vários sites.
Segundo ele, a coluna publicada na semana passada refletiu as informações prestadas, “com poucas imprecisões”.
“Para restabelecer a verdade esclareço que não concedi entrevista ao site Rondoniagora e sim ao jornalista Robson Oliveira.
Essa foi minha única manifestação pública a respeito desse tema, na qual afirmei que, apesar de algum descompasso entre o crescimento das despesas e das receitas, o Estado de Rondônia continua em situação de equilíbrio fiscal, mantendo a condição de honrar seus compromissos no curto, médio e longo prazos”, afirmou Luís Fernando.
O secretário também enfatizou que, em nenhum momento, desconsiderou os alertas emitidos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO).
Pelo contrário, pontuou que as recomendações demandam providências e que o governo já colocou em prática ações para manter a solidez fiscal.
“Em momento algum afirmei que os alertas do TCE-RO estariam equivocados ou não demandariam providências. Pelo contrário, mencionei providências já em andamento, como o contingenciamento de despesas no final do exercício de 2025, a adesão ao PROPAG, o fortalecimento das ações de fiscalização tributária, entre outras medidas”, disse.
Indicadores fiscais de Rondônia
- Capacidade de pagamento: índice de liquidez relativa de 9,9% em novembro de 2025. Na prática, para cada R$ 100 disponíveis em caixa, há R$ 9,90 além do necessário para honrar todas as obrigações do exercício.
- Endividamento: dívida consolidada equivalente a 30,4% da Receita Corrente Líquida (posição de dezembro/2025), bem abaixo do limite de 60% considerado padrão para bons pagadores.
- Receita: crescimento de 9,91% em 2025 frente a 2024, mais que o dobro da inflação do período.
Segundo Luís Fernando, embora haja “alguma piora” em indicadores fiscais por aumento de despesas — especialmente na área da saúde —, Rondônia “segue em situação melhor que a maioria dos Estados brasileiros”, o que, reforça, não invalida as preocupações do TCE-RO para preservação da robustez fiscal.
Destaque: “Rondônia continua tendo alta capacidade de pagamento e um dos menores índices de endividamento do país. Os resultados alcançados nos últimos sete anos atestam a capacidade da gestão fiscal do Estado em superar desafios e atuar com excelência, apesar da minoria que torce contra”, concluiu.


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